* Leandro Fidelis
O Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, o “Polentão”, em Venda Nova, se transformou em centro de treinamento para os estudantes ligados ao atletismo no município. No local, alunos entre 12 e 17 anos participam do “Atleta na Escola”, programa do governo federal de formação esportiva escolar. Com ajuda da professora Aldi Caliman, a “Dé”, na última sexta-feira (31) foram demarcadas raias de corrida e feita uma caixa de salto em distância para os treinos.
O “Atleta na Escola” foi lançado pelo governo federal, por meio dos ministérios da Defesa, do Esporte e da Educação. O programa subdivide-se em duas ações: Jogos Escolares (para identificar possíveis talentos nas bases) e Núcleos de Esporte Escolar (que acolherão os talentos identificados para o treinamento e desenvolvimento desportivo). Este ano o programa trabalha com a modalidade atletismo.
Em Venda Nova, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação e da professora Dé, incentivou a participação de todas as escolas do município, tanto públicas como particulares, ficando a cargo de cada instituição realizar sua inscrição no site do Ministério da Educação- MEC.
Cada escola participante recebe incentivo de R$ 1.000,00 do MEC e fica responsável em realizar a competição. São duas categorias, divididas pelas faixas etária de 12 a 14 e de 15 a 17 anos. Para cada prova serão classificados três atletas por faixa etária.
Depois da fase escolar, é realizada a fase regional, promovida pelo Estado e assim por diante. “É uma grande oportunidade de revelar grandes atletas. Venda Nova é um município destaque no atletismo estadual, além de ser conhecido como um celeiro de talentos esportivos”, destaca Dé.
As escolas que realizarão as competições contam com apoio da Prefeitura de Venda Nova. Nesta segunda-feira (03), quem inicia as atividades é a Estadual Liberal Zandonadi. As escolas têm até o próximo dia 09 para realizar a competição e encaminhar o relatório para o MEC.
“A expectativa é de que o município revele muitos atletas para as fases posteriores devido à maciça participação das escolas”, diz a professora.
