* Leandro Fidelis
(leandro@radiofmz.com.br)
Um adolescente de 16 anos foi apreendido na manhã desta terça-feira (12), em Venda Nova, minutos depois de assaltar uma comerciante e levar o notebook e o celular da vítima. A ocorrência foi registrada em um comércio do bairro Bananeiras, às margens da BR-262.
Um policial militar que passava de carro à paisana foi quem suspeitou do menor I. correndo com o notebook debaixo do braço. Ele acionou os colegas, e duas viaturas da PM chegaram ao local em tempo hábil.
O acusado fugiu para um morro próximo ao Posto Falqueto, e só foi localizado na altura do laticínio da Aagrope, também às margens da rodovia federal.
Com o adolescente, a polícia encontrou um revólver de brinquedo usado para render a vítima e os objetos furtados. Segundo a delegada Maria Elisabate Zanoli, I., é o mesmo autor dos furtos ocorridos em 2012 na Escola Atílio Pizzol, no Distrito de São João de Viçosa.
Revólver com cano especial mostra poderio dos bandidos
Já outro revólver em poder da Polícia Civil é o localizado ontem à noite, no interior do Astra usado no assalto a um cliente do Sicoob da Vila Betânea, em Venda Nova, nessa segunda-feira (11). Trata-se de uma arma calibre 38 de cano especial e refrigerador, revólver que nem a Polícia Civil usa comumente, segundo a delegada.
O revólver tem cerca de 40 centímetros de comprimento, enquanto um normal do mesmo calibre tem geralmente metade desse tamanho. “Muitos bandidos aproveitam a coronha pesada dessa arma para atingir suas vítimas”, disse a delegada Maria Elisabete Zanoli.
Além da arma, a Polícia Civil encontrou dentro do carro o malote com R$ 9 mil em espécie e o cheque no valor de R$ 3.300.
Ontem à noite, durante as autuações na Delegacia de Venda Nova, um dos quatro acusados conseguiu evadir-se do local, apesar de algemado. Ele tentou pular um muro, mas foi ferido por bala pelos policiais.
De acordo com a delegada, o assaltante e a namorada foram transferidos para Cachoeiro de Itapemirim, enquanto os outros dois permanecem na cela em Venda Nova. Todos usavam documentos falsos, com exceção da única mulher do grupo.

