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Uma casa futurista no alto da colina

•Por Leandro Fidelis

Quem casa quer casa, já diz o ditado. E quando esta casa foge dos padrões arquitetônicos comuns? Pense numa morada de paredes e móveis arredondados sobre uma colina a 1.110 metros de altitude de onde se pode ver as montanhas capixabas mais conhecidas. É ali que vive Olavo Bossois, 67 anos, e sua esposa Célia.

O gosto pela arquitetura fez do projeto desse comandante aposentado do Corpo de Bombeiros um modelo de casa diferente de tudo o que você já viu. De fora, parece um iglu, mas ele prefere chamar de nave espacial por causa das janelas redondas, claro. “O único ET da região sou eu”, diz com bom humor. Ele diz ainda que o sobrenome “Bossois” significa em francês “aquele que habita a colina”.

A busca pelo círculo perfeito se vê do banheiro à sala. No cômodo maior, até o sofá faz 360 graus. Ali é possível avistar o céu, já que existe um teto solar central. Foram anos para Seu Olavo deixar a casa como queria, pois custou a encontrar profissionais com habilidade em circunferências. Para evitar qualquer erro, ele mesmo criou um compasso gigante que garantiu as formas arredondadas do imóvel.

Outra curiosidade é o sinal de telefonia celular. Enquanto no quarto dele o DDD é 27 (sim, eles dormem em suítes separadas), no dela a área é 28. e a casa tem ainda um teto que funciona como calendário: no verão, o sol atravessa o círculo de vidro e ilumina um “canto” da sala. Já no outono, a luz do sol fica no centro da sala. Coisas de Seu Olavo.

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