Polícia

Vereador e assessor versam sobre desentendimento em Afonso Cláudio

* Redação FMZ com informações do Gazeta Online

 

Segundo o vereador Adeilde Davel de Oliveira (PSD), de Afonso Cláudio, na Região Serrana do Estado, agredido com um facão pelo seu assessor Custódio Vieira teria, na última terça-feira (10), em frente à Câmara Municipal, um pedido negado de afastamento de uma outra assessora, que faz parte da bancada do PSB no município, teria motivado o desentendimento. A Rádio FMZ noticiou o episódio em primeira mão naquele mesmo dia.

 

"Por motivos pessoais, ele solicitou que a assessora fosse demitida. Eu disse que não poderia fazer isso, pois ela é assessora de toda a bancada. Ao ser contrariado, ele reagiu dessa forma", informou Davel.

 

Custódio havia pedido exoneração do cargo. Ele, inclusive, já tinha dado entrada com os documentos e aguardava a liberação. O assessor e o vereador teriam discutido do lado de fora da sede do parlamento municipal.

 

Após troca de agressões verbais e físicas, Custódio se dirigiu até o carro onde pegou um facão no porta-malas do veículo. "Ele partiu para cima de mim. Eu cai no chão e tive que segurar o facão para evitar que fosse esfaqueado", contou Adeilde.

 

O vereador teve ferimentos nas mãos e pediu socorro ao presidente da câmara, Nilton Luciano de Oliveira, o “Marronzinho” (PP). "Tomei um susto ao vê-lo entrar na sala ensanguentado. Momentos antes, o vereador estava conversando com o assessor", disse o presidente.

 

O outro lado

 

O assessor Custódio Vieira trabalhava com o vereador Adeilde Davel havia cerca de 15 anos, sendo sete deles como assessor parlamentar. O funcionário disse que a agressão foi em um momento de descontrole. "Quem me conhece sabe que sou uma pessoa pacata e civilizada. Eu cheguei a esse ponto depois de ter sido humilhado e ter aguentado muitas ofensas. Fui agredido primeiro e depois perdi a cabeça", lamentou Custódio.

 

O assessor disse que pediu exoneração do cargo e que estava protocolando os documentos a serem assinados pelo presidente da Câmara para que fosse liberado da função, momentos antes da discussão com o vereador. "Eu pedi a exoneração, pois não havia mais entendimento entre eu e o vereador, mesmo depois de tantos anos trabalhando junto. Quem me conhece sabe que não sou um marginal", enfatizou.

 

Custódio prestou depoimento na delegacia e foi liberado.

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