A dengue é um dos principais problemas de saúde pública do mundo. Para evitar uma epidemia e diminuir a morbidade por dengue no município de Castelo durante o ano de 2012, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, lança o Plano Municipal de Dengue. Entre os objetivos está a definição de estratégias para redução da força de transmissão da doença, por meio do controle do vetor e de seus criadouros.
O Plano visa reduzir o índice de infestação predial para menos de 1%; realizar sorologia em 10% dos pacientes, nos casos de dengue clássica e, em 100% nos casos graves, caso haja período de epidemia. Além de notificar, semanalmente, 100% dos casos suspeitos e implementar em 100% o uso do cartão do usuário com suspeita de dengue nas Unidades Básicas de Saúde.
Para alcançar os objetivos e metas o município combate ao mosquito transmissor da doença (Aedes Aegypti) de forma sistemática, durante todo o ano, a fim de controlar e combater a dengue em todas as residências, comércios, imóveis e terrenos localizados na área urbana. Para obter os resultados desejados é fundamental a colaboração e participação de todos os moradores da cidade, tomando também os devidos cuidados.
Mesmo sendo considerado pelo Ministério da Saúde como município de baixa incidência da doença, por ficar abaixo de 100 casos por 100.000 habitantes, o combate a dengue é considerado prioritário em função da grande variação dos picos epidêmicos da doença, do forte período de chuvas e calor e da proximidade com cidades onde a incidência de casos é maior. Além disso, o mosquito transmissor do vírus da dengue encontra no município condições excepcionais à sua reprodução, devido a facilidade e diversidade de criadouros artificiais, por isso a importância da prevenção.
Existem quatro tipos diferentes de sorotipos do vírus da dengue, denominados um, dois, três e quatro. Os sintomas são: febre aguda que se caracteriza por início repentino, permanecendo entre cinco e sete dias; dor de cabeça intensa; dores musculares e nas articulações, seguidas, depois de três a quatro dias, de erupções cutâneas (manchas vermelhas). Algumas manifestações são hemorrágicas, onde o paciente apresenta hemorragia severa e choque. A dengue surge sob forma de grandes epidemias, com muitos casos.
Medidas preventivas para o controle de mosquitos
Evitar água parada.
Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios como tambores e barris e virar os baldes com a boca para baixo.
Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
Limpar periodicamente calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
Não acumular latas, pneus e garrafas.
Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
Sobre o Aedes aegypti
Esta espécie é nativa da África e foi descrita originalmente no Egito. É uma das espécies responsáveis pela transmissão da dengue e febre amarela. O Aedes aegypti tem a cor escura e manchas brancas pelo corpo. Utiliza recipientes artificiais com água parada para depositar seus ovos que são fixados acima do nível da água. Estes resistem a longos períodos de dessecação, o que permite que seja transportado facilmente de um local para o outro.
As fêmeas picam, preferencialmente, ao amanhecer e próximo ao anoitecer, mas podem picar em qualquer hora do dia.
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública do mundo. Para evitar uma epidemia e diminuir a morbidade por dengue no município de Castelo durante o ano de 2012, a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, lança o Plano Municipal de Dengue. Entre os objetivos está a definição de estratégias para redução da força de transmissão da doença, por meio do controle do vetor e de seus criadouros.
O Plano visa reduzir o índice de infestação predial para menos de 1%; realizar sorologia em 10% dos pacientes, nos casos de dengue clássica e, em 100% nos casos graves, caso haja período de epidemia. Além de notificar, semanalmente, 100% dos casos suspeitos e implementar em 100% o uso do cartão do usuário com suspeita de dengue nas Unidades Básicas de Saúde.
Para alcançar os objetivos e metas o município combate ao mosquito transmissor da doença (Aedes Aegypti) de forma sistemática, durante todo o ano, a fim de controlar e combater a dengue em todas as residências, comércios, imóveis e terrenos localizados na área urbana. Para obter os resultados desejados é fundamental a colaboração e participação de todos os moradores da cidade, tomando também os devidos cuidados.
Mesmo sendo considerado pelo Ministério da Saúde como município de baixa incidência da doença, por ficar abaixo de 100 casos por 100.000 habitantes, o combate a dengue é considerado prioritário em função da grande variação dos picos epidêmicos da doença, do forte período de chuvas e calor e da proximidade com cidades onde a incidência de casos é maior. Além disso, o mosquito transmissor do vírus da dengue encontra no município condições excepcionais à sua reprodução, devido a facilidade e diversidade de criadouros artificiais, por isso a importância da prevenção.
Existem quatro tipos diferentes de sorotipos do vírus da dengue, denominados um, dois, três e quatro. Os sintomas são: febre aguda que se caracteriza por início repentino, permanecendo entre cinco e sete dias; dor de cabeça intensa; dores musculares e nas articulações, seguidas, depois de três a quatro dias, de erupções cutâneas (manchas vermelhas). Algumas manifestações são hemorrágicas, onde o paciente apresenta hemorragia severa e choque. A dengue surge sob forma de grandes epidemias, com muitos casos.
Medidas preventivas para o controle de mosquitos
Evitar água parada.
Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios como tambores e barris e virar os baldes com a boca para baixo.
Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
Limpar periodicamente calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
Não acumular latas, pneus e garrafas.
Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
Sobre o Aedes aegypti
Esta espécie é nativa da África e foi descrita originalmente no Egito. É uma das espécies responsáveis pela transmissão da dengue e febre amarela. O Aedes aegypti tem a cor escura e manchas brancas pelo corpo. Utiliza recipientes artificiais com água parada para depositar seus ovos que são fixados acima do nível da água. Estes resistem a longos períodos de dessecação, o que permite que seja transportado facilmente de um local para o outro.
As fêmeas picam, preferencialmente, ao amanhecer e próximo ao anoitecer, mas podem picar em qualquer hora do dia.